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Estudantes de Jornalismo apresentam programas nas emissoras de Ubá e região Cinco estudantes de Jornalismo da Fagoc estão no ar, diariamente, nas rádios Educadora FM e Cidade Carinho AM, de Ubá, e Líder FM, de Viçosa: Lílian, Sêmia, Marina, Sandra e Alessandra são apresentadoras de programas musicais e contam da sua experiência a seguir: ![]() Da esquerda para a direita, Sêmia, Marina e Lilian, as três radialistas da Rádio Educadora FM, são colegas de turma: estudam no 5º período de Jornalismo da Fagoc. * Lílian Flores Rezende (5º período de jornalismo) – “Eu trabalho com rádio há 6 anos e dia 5 de janeiro fez um ano que estou na rádio Educadora. Eu sou locutora, faço programa musical com participação. Tocamos todos os estilos de música e é das 14h às 19h, durante a semana, e de 15 em 15 dias eu trabalho nos finas de semana. No sábado, das 16h às 21h, e aos domingos das 17h às 22h. O programa é produzido em São Paulo e mandado pra gente pela internet, as músicas a gente tem que seguir. A gente tem que seguir a programação toda, só temos liberdade mesmo na hora da participação do ouvinte, que começa às 17h, que é o Disque Educadora, onde as pessoas pedem as músicas pelo telefone.” * Sêmia Mauad (5º período de Jornalismo) – “Entrei na rádio Educadora, se não me engano, em outubro do ano passado e é a primeira vez que trabalho em rádio. Eu fazia aqui na FAGOC o programa semanal, um programa especial toda sexta-feira, programa que chamava 3 x 4. Na Educadora, eu faço matéria de rua. Entrevisto as pessoas, chego na rádio, edito, gravo as minhas sonoras. Locução lá só fiz uma vez, apresentei o jornal num sábado junto com o Jô. Acho importante já estar trabalhando na área antes de terminar a faculdade porque estou aprendendo muito, o Washington me dá muito apoio, me ensina muita coisa.” * Marina Grossi Gomes (5º período de Jornalismo) – “Trabalho em rádio há 7 anos e estou na educadora há 1 ano e 3 meses. Faço programa lá aos sábados. O horário varia. Sábado sim, sábado não, de 9h da noite às 2h da manhã e quando não é nesse horário é de 6h às 11h da manhã. E domingo, das 13h às 17h ou de 13h às 18h. O programa já chega pronto pra gente. A gente intercala as músicas com as vinhetas, a locução a gente faz no nosso estilo. Basicamente é isso. O programa é produzido em São Paulo. Estou aprendendo muita coisa porque já estou colocando em prática o que aprendo no curso. O que mais gosto no jornalismo é já estar exercendo. Trabalhando em rádio.” ![]() # Sandra Marques está todas as tardes na Rádio Cidade Carinho AM # Sandra Marques (7º período de Jornalismo) – “Eu produzo e apresento o programa Cidade no Ar, de segunda a sexta, de 16h às 17h, na Rádio Cidade Carinho AM. É um programa de muita música, muito Pop Rock nacional e internacional, é um programa tipo FM, mas também moldado para AM, porque tem muita informação, muita curiosidade, muito entretenimento, sorteio de brindes e notícias. Sempre tive essa paixão por rádio, desde criança. Acho que já nasci com essa paixão, tá no sangue mesmo. E essa oportunidade agora de fazer, me deixa muito feliz. ![]() # Alessandra, nos estúdios da Rádio Líder, em Viçosa # Alessandra Daloz (3º período de jornalismo), que trabalha há 10 anos em rádio e há 5 na Líder, de Viçosa, diz: “aqui na rádio faço locução e interação com o ouvinte e durante a programação lanço noticias, entre acontecimentos do dia, mas também de artistas e famosos do mundo da música, não especificamente só em jornalismo. O que estou vendo na faculdade ainda não é muito diferente da prática.... mas acho que vai chegar um certo momento que as coisas que faço vão mudar um pouco, pois aqui é mais real do que se vê na Faculdade”. Repórter Gabriella Samor Gasparoni, estudante do 5º período de Jornalismo. Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 10h48 [] [envie esta mensagem] Professor de Jornalismo da Fagoc recebe o “Oscar” do jornalismo esportivo ![]() O repórter esportivo da TV Panorama e professor da disciplina Laboratório Eletrônico da Fagoc, Antônio Marcos Campos, recebeu, no mês de abril, o troféu “Bola de Ouro”, considerado o “Oscar” brasileiro do jornalismo esportivo. O prêmio foi recebido pelos trabalhos de incentivo ao esporte, realizados entre março de 2004 e março de 2005. É o único reconhecido pela FIFA e foi criado pelo jornalista José Jorge em 1973, para incentivar a prática do jornalismo esportivo com credibilidade e honestidade. Setenta jornalistas e radialistas receberam o prêmio, dentre eles, Luís Mendes, da Rádio Globo, Luís Estevão, presidente do Brasiliense, Antônio Lopes, técnico do Coritiba, Agnelo Queirós, ministro dos Esportes entre outros. Antônio Marcos foi o único repórter de TV do interior a receber a premiação. Ele declara que se sente muito orgulhoso pelo reconhecimento do trabalho. “Ganhar um prêmio fazendo o que gosta é muito bom. Significa o reconhecimento pelo trabalho que a gente desenvolve na região há quase 10 anos. É o que todo jornalista procura. Mais do que dinheiro ou homenagem. O reconhecimento é fundamental para qualquer profissional”. Na sua 32ª edição, o “Bola de Ouro” premia os melhores da área. Nomes como João Havelange, ex-presidente da FIFA, Mauricio Meneses e José Carlos Araújo já receberam o troféu. Sandra Marques, Monitora da ANF Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 10h45 [] [envie esta mensagem] |