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Celebrando o dia 1º de maio, professores analisam as relações trabalhistas nos tempos atuais O Dia Mundial do Trabalho é comemorado desde 1889, em homenagem à greve geral, que aconteceu em 1º de maio de 1886, em Chicago, EUA. Milhares de trabalhadores protestaram contra condições de trabalho desumanas e pela redução da jornada de 13 para 8 horas diárias. Foram reprimidos com prisões, espancamentos e mortes.
No Brasil, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) foi aprovada através do Decreto-Lei n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, durante o governo de Getúlio Vargas. Instituiu jornadas de trabalho de 8 horas diárias, dentre outros direitos.
Depois de 62 anos da aprovação da CLT, para falar sobre as condições sociais do trabalhador nos tempos atuais, a Agência de Notícias entrevistou três professores da FAGOC:
Professora Maristela explica a flexibilização da CLT
Para Maristela, o momento atual dos trabalhadores é de cuidado, para não se perder os direitos adquiridos. “O Brasil possui um sistema de leis rígidas, mas que desde 2001 vem sofrendo uma flexibilização. Discute-se a redução da jornada de trabalho de 44 para 36 horas semanais. A criação do ‘banco de horas’ é umas das modificações sofridas. Muitas vezes, o trabalhador, por medo de perder seu emprego, aceita as condições impostas pela empresa. Os contratos temporários ou a termo não garantem todos os direitos do trabalhador”, explica.
Segundo a professora, a flexibilização seria abrir a possibilidade de redução do desemprego. Ela afirma que a CLT precisa ser modificada. “Existem artigos que não condizem com a atualidade. Exemplo disso é o caso do empregado doméstico que não tem direito ao fundo de garantia. A flexibilização deveria ser uma saída para a redução da taxa de desemprego, mas deve-se tomar o cuidado com a falta de conhecimento do trabalhador. O interesse econômico ainda é o que prevalece.”
Professor José Geraldo ressalta a defasagem do salário mínimo
O professor José Geraldo concorda com a professora Maristela com relação aos interesses econômicos envolvidos na discussão da mudança da CLT. “Não existem benefícios visíveis. Na verdade, o que se observa é a diminuição dos benefícios dos trabalhadores. O salário continua se defasando, o desemprego continua aí. O valor do salário mínimo atual é de R$260,00 e vai sofrer um aumento de R$40,00; isso não é aumento. O real seria um salário bem acima de R$1000”, afirma.
De fato, o jornal Folha de S. Paulo publicou, no último dia 04 de abril, estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) de que o salário mínimo do trabalhador brasileiro deveria ser de R$ 1.477,49, para suprir as necessidades com alimentação, moradia, transportes, educação, higiene, saúde, vestuário, lazer e previdência. Contudo, José Geraldo pondera que este valor para o salário não é algo possível para o empresário de hoje, que paga altíssimos impostos.
Analisando mais a fundo a questão, José Geraldo opina: “Temos que acatar as imposições feitas pelas multinacionais; o capital externo tem o poder. É a robotização do ser humano pela falta de opção de vida; ou aceita ou morre de fome. Não há distribuição da renda. A única solução ainda é acordar para a cidadania. É preciso que o povo resgate esse direito constitucional”.
Professor Alexssander reflete sobre a visão do trabalho como servidão ao dinheiro
O professor de Filosofia e Sociologia, Alexssander Siqueira, refletiu sobre o que é o trabalho na sociedade atual. Para ele, o ser humano foi desvirtuado de suas verdadeiras funções. “O trabalho deveria despertar o homem para sua verdadeira vocação. Só que o trabalho hoje passa a ter uma dependência do capital; trabalhar significa acumular riqueza. E toda a potencialidade humana passa a ser substituída pelo lucro. Então o trabalho hoje é o de servidão ao dinheiro. E isso é ruim porque o homem perde as suas virtudes em nome do poder que está relacionado à valorização do ter e não do ser”.
Alexssander explicou também os mitos relacionados à revolução tecnológica no mundo do trabalho. “Dizia-se que o homem poderia trabalhar menos, já que as máquinas fariam o serviço braçal; haveria mais tempo de lazer. Isso é um mito. A robotização prejudica muito o ser humano em relação aos seus valores. Acabou-se acentuando o processo de exclusão social”.
Colaboração: Sandra Marques, Monitora da ANF. A Empresa Júnior – Consultex, dos estudantes de Administração, agora tem novo endereço: está funcionando na última sala do prédio 3 do campus da Fagoc, que fica logo acima do estacionamento dos fundos. Para facilitar o acesso dos visitantes e clientes, foi afixada, no gramado próximo à sala, uma placa informativa.
Em 2005, a Consultex firmou parceria com o Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Marcenaria de Ubá (Intersind) e está participando da “Análise e Elaboração Técnico-Econômica e Financeira de Projetos” do sindicato. De acordo com o estudante que preside a Consultex Júnior, Luiz Carlos Agostini Silva, foi feito um diagnóstico das indústrias de Ubá e região pelo Intersind, em que se constou a dificuldade que o pólo moveleiro tem para se conseguir recursos para investimentos. Isso fez o Intersind sentir a necessidade de se firmar uma parceria para sanar esse problema.
Os estudantes da Consultex receberam orientações, através de reuniões com o coordenador do curso de Administração de Empresas, Paulo Roberto Veloso. “Fomos treinados para atender e orientar o empresário a respeito de como fazer investimentos e adquirir créditos junto aos bancos”, disse Agostini. O empresário deve procurar o Intersind para se informar. “Nós estamos prontos a instruir os empresários no que for necessário. Eles nos procuram no Intersind. Depois de aprovado pelos órgãos competentes, nós os ajudamos na execução também”, completa.
Um outro projeto já em fase de conclusão pela Consultex Júnior é o APL-Arranjo Produtivo Local, em que todos os membros da empresa participaram de um diagnóstico das empresas de confecções de Ubá e região. Foi feito um levantamento desde a parte administrativa à produção, verificando assim a situação em que essas empresas se encontram. A segunda etapa será de fechamento do projeto. Luiz Carlos explica que serão discutidos rumos a serem tomados após esse diagnóstico. Para isso será realizada uma reunião no próximo dia 14 de maio.
Repórter Sandra Marques, Monitora da ANF. Até a próxima sexta-feira, dia 06 de maio, às 12h, os estudantes e professores da Fagoc podem se inscrever para participar do Projeto Despertar. As inscrições estão sendo feitas na biblioteca da faculdade. Já no sábado, dia 07, haverá um treinamento para os inscritos, de 8h às 16h (com intervalo de almoço de 12h às 13h30), no Centro Pastoral da Igreja do Rosário (Praça do Rosário, atrás da Basílica Nossa Senhora do Rosário, no centro de Ubá).
O treinamento faz parte da 4ª etapa do projeto, que é o “Diagnóstico Rápido Participativo Emancipatório” (DRPE). Será ministrado pelo professor José Roberto Pereira, Mestre em Administração pela UFLA – Universidade Federal de Lavras – e Doutor em Sociologia pela Universidade Federal de Brasília.
Os participantes deverão preencher e assinar um Termo de Adesão, informando sua disponibilidade para trabalhar nas atividades do programa. O treinamento é gratuito, sendo necessário levar material para anotação e um disquete, para os interessados em obter uma cópia digital do curso. Os estudantes da Fagoc receberão uma declaração, que valerá como atividade complementar para o currículo.
O Projeto Despertar é uma iniciativa do 21º Batalhão da Polícia Militar, que conta com o apoio de aproximadamente 80 instituições educacionais, religiosas e sociais de Ubá, na realização de um programa que conscientize a população para as necessidades e possibilidades de organização em prol da segurança pública. Para isso, a campanha se baseia na educação, na espiritualidade ou religiosidade das pessoas e na promoção da saúde e lazer.
É desenvolvido em quatro etapas:
A primeira experiência do Projeto Despertar, que está sendo desenvolvida no Bairro Pires da Luz e já atingiu a 3ª etapa – foi realizada uma ação comunitária naquela comunidade no dia 16 de abril de 2005, um sábado. Na ocasião estiveram presentes cerca de 50 alunos da FAGOC, entre outros voluntários das instituições parceiras do programa. Agência de Notícias da FAGOC No próximo domingo, 7 de maio, é comemorado o Dia das Mães. Na Fagoc, professoras, alunas e funcionárias falam sobre a experiência da maternidade. A mais recente mamãe da faculdade é a estudante do 7º período de Jornalismo, Mariana Reis Lima. Seu bebê, Gabriel, nasceu no dia 27 de abril. Vai curtir o domingo feliz da vida. “Recebi meu presente de dia das mães adiantado. Ele nasceu com saúde e está muito bem, dormindo e mamando bastante”, conta.
Leize Gomes, aos 7 meses de gravidez Outra mamãe coruja da Fagoc é a auxiliar de serviços gerais, Maria Aparecida Virgilino Cândido. Seus três filhos já estão com 25, 23 e 16 anos. “Ser mãe é muito bom. Tudo marca a gente, desde quando a criança nasce e começa falar, tudo se torna novo”. No domingo, todos se encontrarão na casa da avó.
A professora de Jornalismo, Ana Maria Reis, que é mãe do Francisco, de 7 anos, tem um conselho para as mães: “Curtam muito cada momento de seu filho, em todas as oportunidades que puderem estar com ele”. Ana também vai passar o dia das mães na casa da avó, em Valença, RJ, aproveitando o encontro de três gerações: vó, mãe e filho. “Ser mãe é uma experiência única e gratificante; todos os momentos são únicos e especiais”, define.
Sobre as dificuldades de a mulher conciliar a maternidade e a vida profissional, a professora Silvia Chiapeta, do curso de Educação Física, deixa algumas palavras para as mães: “Trabalho desde os meus 24 anos, e já era mãe. Sempre tive que me programar para conciliar serviço e vida em família. Muita mulher se culpa de engravidar e perder certas liberdades que o filho faz cortar. É esta culpa que não se pode ter.”
A Agência de Notícias parabeniza todas as mães da Fagoc, pelo dia 07 de maio de 2005.
Colaboração: Geane Neves de Sousa, Entre colaboradores e monitores, 25 estudantes de Jornalismo já publicaram notícias no arquivo da ANF. Das 243 notícias publicadas entre 16 de maio de 2003 e 02 de maio de 2005, 64 tiveram como assunto o próprio curso de Jornalismo. Outras 80 notícias foram publicadas sobre os cursos de Educação Física, Computação e Administração. A agência publicou também 47 notícias sobre eventos interdisciplinares, projetos e cursos de extensão, 25 notícias sobre assuntos pedagógicos, institucionais e de infra-estrutura da Fagoc e 16 notícias sobre o vestibular e os projetos de ingresso de novos alunos. Em 2005, a novidade são as reportagens pautadas nas datas comemorativas de cada mês, em que os alunos e professores de todos os cursos são entrevistados e dão suas opiniões sobre diversos assuntos.
243 notícias foram divulgadas desde o dia 16 de maio de 2003 até o dia 06 de maio de 2005, quando foi realizado o último balanço do arquivo.
No próximo dia 16 de maio, a Agência de Notícias da Fagoc, ANF, completará dois anos. Para comemorar a data, os jornalistas atuantes nos meios de comunicação da região, incluindo os ex-alunos da faculdade, estão convidados a participar de uma conversa com os estudantes do curso. Será às 19h do dia 16, uma segunda-feira, na sala de multimeios. Durante o evento, haverá também o lançamento oficial do novo site da ANF, que já está no ar em www.fagoc.br/anf.
Ao longo do mês de maio, está sendo promovida uma campanha de divulgação dos trabalhos realizados pela ANF, visando maior interação com seu público-alvo, que são a comunidade acadêmica da Fagoc e os veículos de comunicação de Ubá e região.
A estudante do 7º período do curso, Sandra Marques, trabalha como monitora da Agência desde 2004. “Hoje eu sei como se escreve em hipertexto para o Jornalismo. São coisas que só se aprende quem trabalha aqui na Agência”, afirma Sandra.
Os estudantes do 2º e 3º períodos de Jornalismo estão colaborando em 2005, com reportagens pautadas, apuradas e editadas para as aulas da disciplina “Redação em Jornalismo I”. Na opinião da aluna do 3º período Alessandra Daloz, “a agência é a voz dos alunos da Fagoc. Todos os assuntos de interesse dos estudantes estão reportados no site da Faculdade. Considero a Agência de Notícias da Fagoc como a primeira experiência de futuros grandes profissionais.”
Segundo a professora Luciana, a meta, para 2005, é aproximar a ANF dos alunos, através da divulgação de reportagens em que eles participam, opinando, criticando e sugerindo. “O papel da ANF deve ser o de um mediador da comunicação entre a instituição e toda a comunidade acadêmica. Vamos aproveitar este veículo para, além de informar sobre as realizações de todos os setores da faculdade, esclarecer e nos entender sobre questões que muitas vezes geram boatos e mal-entendidos, exatamente porque não ouvimos as pessoas. Nosso objetivo, nesse sentido, é diminuir os ruídos que hora surgem na comunicação entre estudantes, professores, diretores e funcionários, através das reportagens da ANF.”
Não é a toa que a Coca-Cola está voltando com as garrafas de vidro. Dioxina Carcinogênica causa especialmente câncer da mama. Não congele a sua água em garrafas ou utensílios de plástico, pois isso provoca a liberação de dioxina do plástico. Edward Fujimoto, médico do Castle hospital, foi entrevistado por um programa de TV explicando este alerta de saúde. Dioxinas são carcinógenos altamente tóxicos. Ele recomenda o uso de refratário de vidro, pirex ou porcelana para aquecer alimentos. Você tem o mesmo resultado... sem as dioxinas. Sopas semi prontas onde se adiciona água quente no invólucro de isopor ou qualquer tipo de comida semi-pronta/congelada com invólucro de plástico, próprio para ir ao forno ou microondas, deveriam ser retiradas das embalagens originais e removidas para vasilhame de vidro ou louça para aquecimento. Invólucro de papel não é ruim, mas não sabemos o que cada tipo de papel pode conter, então, seria mais seguro utilizar refratário de vidro, pirex ou porcelana. Vocês devem se lembrar quando alguns restaurantes fast-food (MacDonalds) trocaram invólucros de isopor pelo de papel. O problema da dioxina seria um dos motivos. Para acrescentar, filme-plástico (saran wrap) utilizado para proteger e cobrir alimentos, quando aquecidos podem na verdade respingar toxina venenosa contida na composição do plástico) no alimento a ser esquentado junto com o vapor condensado. Use papel toalha, é mais seguro. Passe esta informação para os seus amigos e parentes... |