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Saiba mais sobre softwares livres

Linux, uma palavra que vem sendo muito ouvida nos últimos anos e que sempre nos desperta curiosidade. Ouvimos essa palavra e sempre nos perguntamos, afinal de contas, o quê significa Linux? E também, juntinho a essa palavra, Software Livre. O que significa Software Livre afinal? Seria programa de graça? Mais ou menos isso. Linux é uma nova tecnologia de software criada por Linus Torvalds. Trata-se de um sistema operacional. Um conjunto de informações e instruções básicas que se torna à alma central dos microcomputadores. É sobre o sistema operacional que todos os demais programas rodam. Para entendermos melhor o que seria isso podemos dizer que o sistema operacional seria a cultura, o idioma e as regras sociais de uma sociedade. Onde os programas vivem trocando idéias entre si. Através de regras claras e de um idioma comum a todos eles.

Cada programa “conversa” com o sistema operacional pedindo a ele que faça alguma coisa acontecer. É ele que “fala” com o equipamento, o hardware, e o faz processar as informações devolvendo os resultados novamente ao programa. Sendo assim, o sistema operacional é a parte mais importante dos programas de computador. O sistema operacional é construído sob informações e instruções que permitem aos programas conversarem com os circuitos da máquina. E estes, por sua vez, com os programas. Corpo e alma em harmonia.

O Windows, sistema operacional mais conhecido e difundido pelo mundo entre os usuários de microcomputador, é a base para os programas existentes hoje. E por ser um software proprietário, ou seja, possui uma empresa que é dona de seus segredos e direitos, têm que ser comprado. Nisso, cada microcomputador adquirido, para estar legal frente à fiscalização, precisa, também, ter o sistema operacional comprado. Só o sistema Windows XP custa hoje algo entre R$ 560,00 a R$ 780,00, por microcomputador, dependendo da versão (Doméstica ou Profissional). Para se ter um processador de texto, planilha de cálculos etc, ou seja, para se poder trabalhar com a máquina, é preciso usar um sistema Office qualquer, um conjunto de ferramentas para escritório. Se for utilizar o Office XP, que é o programa padrão utilizado no mundo todo hoje, seu custo gira entre R$ 587,60 à R$ 780,00. Adquirindo-se o Windows XP mais o Office XP no valor mais baixo, ter-se-á um pacote de softwares básicos para se começar a trabalhar com um microcomputador num total de R$ 1147,60. Lembrando que esse custo é por máquina. O que significa que um escritório com dez máquinas, teria um custo de R$ 11.476,00 para poder estar 100% legal e operando dentro da lei. Outra coisa, a licença desses softwares tem uma duração de três anos. Após esse prazo é preciso readquirir as licenças. Caso um outro sistema operacional seja lançado pela Microsoft, empresa detentora do programa, será preciso readequar todo o parque de informática para as novas versões dos programas, isso se desejar utilizar essas novas tecnologias. Já o sistema Linux não custa nada. É inteiramente gratuito. E possui vários programas que fazem a mesma coisa que os programas proprietários da Microsoft.

O que isso significa? Significa que em termos econômicos, o país gasta uma fortuna só em licenças de software. Dinheiro este que poderia estar sendo melhor empregado em outras atividades, como pesquisa e desenvolvimento, por exemplo. Não somente o governo, mas também o empresariado nacional gasta muito dinheiro com aquisição de licenças. Com base nisso o governo nacional está implementando no país estratégias de migração de todos os órgãos públicos para passarem a trabalhar somente com programas gratuitos, os ditos Softwares Livres. Que não precisam ser adquiridos e que podem ser utilizados por qualquer um em qualquer parte do globo. Essa mudança no panorama geral da união vai permitir não somente a redução sistemática nos gastos com informática, bem como estimular uma nova safra de programas e oportunidades de negócio.

O governo federal vem estimulando a implementação de leis estaduais que facilitem a utilização do software livre no país. Exemplo disso pode ser encontrado em São Paulo, onde foi sancionada a lei que obriga os órgãos públicos do estado a trabalharem com esses programas alternativos. Licitações para desenvolvimento de programas passarão a exigir a criação de softwares livres de qualidade, gratuitos e que poderão ser usados, também, pelos usuários domésticos. Não serão mais adquiridas licenças proprietárias e todo o pessoal do setor público terá que ser treinado para utilizar a nova tecnologia. Cidades de Minas Gerais como Belo Horizonte e Viçosa já possuem leis de incentivo ao software livre.

Colaboração: Rodrigo Leite Gomide, 3º Período de Jornalismo FAGOC



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 07h04
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Comunidade Linux da FAGOC inicia projeto com software livre para hospitais

A Comunidade Linux da Faculdade Ubaense Ozanam Coelho, Comunix, começou 2005 com dois novos projetos: a distribuição FAGOX e o Projeto Software Livre para Hospitais. Este visa a criação de um software livre para o gerenciamento completo de hospitais, inteiramente gratuito, baseado em Linux. O objetivo dos estudantes coordenadores do projeto, Renato Reis Franco e Felipe Siervi Mendonça, é que a Comunidade se torne auto-suficiente e que possa continuar existindo, se tornando um apoio forte e de qualidade a todo o empresariado Ubaense e da região.

O projeto Fagox tem por objetivo ser uma distribuição local que atenda às necessidades em software livre na cidade de Ubá, e na região da Zona da Mata. De fácil adaptação, visa tornar tranqüilo o processo de migração de usuários acostumados com o Windows para a nova plataforma Linux. Recursos de fácil acesso e intuitivos que façam com que a experiência com o sistema Linux não seja nenhum bicho de sete cabeças para os iniciantes.

Segundo Renato Franco “a maioria das pessoas diz que o Linux sempre teve a fama de ser muito complicado e de difícil utilização. Que somente hackers sabem usar o Linux e que ele não serve para usuários comuns, somente para aplicações de servidoria. A comunidade Linux pretende mostrar que não é bem assim. Uma prova disso é justamente o FAGOX”.

Comunix: uma história de iniciativas estudantis

Criada em fevereiro de 2004 pelos dois estudantes de Ciência da Computação da FAGOC, a Comunix hoje é composta por treze membros efetivos que atuam em diversas áreas, desde programação até hardware, manutenção de computadores e migração de plataforma, prestando assessoria e serviços à comunidade a custo acessível.

Desde o 2º período do curso, os alunos Renato e Felipe já se interessavam pela tecnologia Linux e o conceito de software livre. Começaram então a pesquisar sobre o assunto. Foi daí que o estudante Renato Franco teve a iniciativa de fundar a COMUNIX, procurando a Coordenação do curso e dando início ao processo de criação. A faculdade cedeu um laboratório para o começo das pesquisas de aprendizagem da arquitetura Linux, culminando no aprofundamento e amadurecimento das técnicas de utilização da tecnologia por parte dos dois estudantes.

Desde então a COMUNIX ganhou forma, chegando a se tornar oficial em fevereiro de 2004. Desta data em diante os membros da comunidade participaram do Congresso Nacional do Software Livre, CONISLI (www.conisli.org.br). Iniciaram também contatos com o presidente da entidade, Ralf Braga e com Marcelo Barros, Assessor do Ministro da Ciência e Tecnologia e representante do Governo Federal pela divulgação do projeto de implementação do software livre no Brasil.

Aproveitaram a oportunidade para articulação de parcerias estratégicas com empresários de São Paulo, visando análise de mercado do software livre e viabilidade de uma empresa com softwares totalmente baseados em software livre. Este interesse é voltado para as possibilidades de se poder trabalhar com software livre na região.

Os Interessados podem entrar em contato com a Comunidade através do e-mail linux@fagoc.br ou pelo Web Site www.fagoc.br/Linux.

Colaboração: Rodrigo Leite Gomide, 3º Período de Jornalismo FAGOC



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 07h04
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Estudantes da FAGOC falam sobre o hábito da leitura

Apenas 26% dos brasileiros com idades entre 15 e 64 anos conseguem ler e entender um livro. Essa é uma das conclusões do Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional, divulgado no inicio do ano, pelo Ibope.

A professora de Português Instrumental do curso de Jornalismo, Carla Machado, afirma que o problema não é a freqüência que se lê, e sim o que se lê. “Tem que haver uma disciplina de se ler de tudo. Ler com freqüência, em meios que favorecem a informação”, afirmou Carla. E deu uma dica para quem não tem o hábito de ler. “Para quem não tem o costume, o ideal é começar a ler contos e poesia. É rápido de ler, e provoca o leitor para ir aprofundando na leitura”, completou.

De acordo com o aluno do 3º período de Jornalismo, Bruno Rocha da Silva, 24 anos, ler é um prazer e só através da leitura se adquire cultura. “Leio de 4 a 5 livros por mês. Adoro ler, leio de tudo. O que mais gosto é a revista Carta Capital. É através da leitura que consigo melhorar meu vocabulário e me expressar melhor”, afirmou Bruno.

Para a aluna do 7º Período de Ciência da Computação Juliana Padilha, 21 anos, é imprescindível ler, principalmente para elaborar a monografia. “Leio muito nesse momento, pois estou fazendo minha monografia e é necessário ter muito conhecimento. E é só através de livros e jornais que consigo dar fundamento da minha pesquisa”, afirmou Juliana.

Alunos do curso de Educação Física também concordam quanto à importância da leitura. Segundo Regiane Maria de Freitas, 23 anos, é importante ler. “Acho que ter informação nunca é demais. Tento ler de 3 a 4 livros por mês. Gosto de estar bem informada sobre tudo, mas agora isso caiu um pouco, pois trabalho o dia todo e estudo a noite, às vezes não acho mais tempo”, ressaltou Regiane.

Wallace Braz Soares, 18 anos, 1º período de administração, afirma que é importante ler, mas que não lê muito. “É muito importante ter o hábito da leitura, mas acho que leio pouco, poderia ler um pouco mais”, afirmou.

Acesso à leitura em Ubá

Ubá oferece opções para quem gosta de ler. São três livrarias, 9 bancas de jornais e 32 escolas que oferecem bibliotecas, entre 14 escolas estaduais, 10 escolas particulares e 8 escolas municipais.

As bancas estão localizadas no centro e nos bairros. As livrarias existentes em Ubá são a Espósito, Casa do Estudante e Papelaria América. Segundo o proprietário da Livraria Espósito que atua a mais de 50 anos na cidade, Luiz Espósito, a procura de livros entre universitários é cada vez menor. “A procura entre jovens, é na sua grande maioria, de livros didáticos, que são indicados pelos professores”, afirmou. E questiona que a tecnologia afasta os jovens dos livros. “Com a introdução da internet muitos jovens se afastaram dos livros. É lamentável. Para que os jovens leiam jornais, é necessário ter em manchete decisão de campeonato ou uma grande catástrofe como tsumani”.

Ibope aponta que maioria dos brasileiros têm sérios problemas de leitura

A pesquisa realizada pelo Ibope em setembro de 2004 utilizou uma amostra nacional de 2000 pessoas. Para verificar o grau de analfabetismo da população, foi aplicado um teste de vinte tarefas de complexidade variada. Concluiu-se que, 9% dos brasileiros são analfabetos, 31% só entendem anúncios ou títulos (nível 1) e 34% conseguem encontrar informações não explícitas em pequenos textos (nível 2). A margem de erro é de 2,2%.

Pelo levantamento, 57% das pessoas que concluíram o ensino fundamental ou têm o ensino médio incompleto não chegaram ao nível 3. Entre os universitários e os quem têm o ensino médio completo, 35% não chegaram ao nível pleno. Os dados mostram uma defasagem do ensino. Teoricamente, as pessoas teriam que alcançar o nível 3 de alfabetização apenas com o ensino fundamental completo.

No conjunto da população instruída, a pesquisa verificou que 37% não lêem no ambiente de trabalho e 41% não escrevem; 38% afirmam ler jornal uma vez por semana e somente 17% usam computador eventualmente.

Colaboração: Roberta Barros, estudante do 3º período de Jornalismo.



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 06h59
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Projeto qualifica profissionais atuantes na mídia de Ubá e região

O projeto “Capacitação dos Profissionais da Comunicação em Ubá e cidades da Zona da Mata Mineira” é uma iniciativa que visa dar a esses trabalhadores a oportunidade de cursar Jornalismo. A idéia é a de que possam aliar a prática que já possuem às teorias da Comunicação Social, ampliando suas possibilidades de crescimento no mercado. O projeto, lançado em janeiro de 2005 pela Coordenação do curso de Comunicação Social da FAGOC, foi apoiado pela mantenedora e os candidatos ao processo seletivo do curso, que se enquadram nesse caso, terão 40% de desconto em todo o processo de graduação.

Hoje, pelo menos seis alunos do primeiro período de Jornalismo da FAGOC, contam com esse benefício. Com isso, a Faculdade procura contribuir com o desenvolvimento da comunicação local e regional, facilitando a aprendizagem e o acesso à educação daqueles que já se interessam e atuam na área.

“Antes de o curso ser implantado na cidade, era registrada uma resistência à adoção do estilo jornalístico profissional, como o que orienta as redações dos principais jornais de circulação nacional (Folha de S. Paulo, O Globo, dentre outros). Tal resistência era notada, principalmente, no comportamento de alguns diretores dos veículos locais, que não se mostravam abertos a alterações estruturais na programação editorial, mas isso vem mudando com a formação de profissionais capacitados para atuar na área”, afirmou a coordenadora do curso, Taís Alves.

Taís explica que, nas empresas e instituições locais, estes Jornalistas formados pela Faculdade Ubaense já oferecem trabalho de Assessoria de Comunicação. Incentivados pela FAGOC, os estudantes têm desenvolvido atividades experimentais na cidade, atendendo às orientações da matriz curricular para o cumprimento de Atividades Complementares e da Prática Profissional Compartilhada.



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 06h59
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Pesquisa traça o perfil do estudante de Jornalismo da FAGOC no período noturno

A mudança de turno do curso de Jornalismo da FAGOC ocorreu em janeiro de 2004. Desde então, três novas turmas ingressaram na faculdade, sendo uma em fevereiro de 2004, uma em agosto do mesmo ano e a terceira em fevereiro de 2005. Estão, portanto, no 1º, e 2º e 3º períodos do curso.

Com o objetivo de traçar um perfil destes novos alunos, foi realizada, nos dias 8 e 9 de março de 2005, uma pesquisa elaborada pelas professoras Ana Maria Reis e Luciana Mendonça de Melo e pela coordenadora do curso, Taís de Souza Alves. Os resultados obtidos servem de orientação ao corpo docente e à coordenação, visando a adequação do conteúdo das disciplinas à realidade sócio-econômico-cultural dos alunos e ao mercado regional de trabalho em Comunicação Social -Jornalismo.

A medição aconteceu através de questionário por escrito, que foi assinado e preenchido pelos discentes em sala de aula e imediatamente entregue à coordenação. Dos 56 alunos matriculados no curso noturno de Jornalismo, 43 participaram da pesquisa, isto é, 76,7% dos discentes.

Constatou-se, através da pesquisa, que 65% dos alunos têm menos de 24 anos de idade, 19% tem entre 25 e 30 anos e 16% tem mais de 30 anos. Apesar de, naturalmente, os mais jovens serem maioria, observa-se um número considerável de pessoas com mais idade.

Quanto à escolaridade, apenas 28% completaram o 2º grau recentemente (entre 2003 e 2005), 44% formou-se entre os anos de 1999 e 2002, 19% formou-se antes de 1998 e 9% não respondeu. A pesquisa revelou também que 88% dos participantes estão cursando o 3º grau pela primeira vez, mas 12% já ingressaram em um outro curso superior. Dos que ingressaram em curso superior antes dessa experiência na FAGOC, 80% se formaram, sendo que, 25% na área das Ciências Humanas.

Residem em Ubá 58% dos que responderam ao questionário. Os outros 42% moram em outras cidades da região. Quanto ao estado civil, a maioria é de solteiros (79%), sendo 19% de casados e 2% de divorciados. Também são maioria os que residem com a família (84%), sendo 16% os que moram com amigos ou sozinhos. Dos participantes, a maioria não tem filhos (84%); 16% tem.

Dentre as perguntas abertas do questionário estava a seguinte: “por que optou pelo jornalismo?” Aproximadamente a metade (51%) afirmou que foi por vocação, 14% por realização pessoal, 21% para profissionalização, 7% pela oportunidade, 5% não sabem e 2% não informaram.

A maioria dos participantes informou que ficaram sabendo da existência do curso de Jornalismo na FAGOC através de amigos (60%), sendo que outros 28% souberam através de publicidade e 12% através de marketing direto (carta recebida, visita da faculdade ao cursinho e visita dos alunos do cursinho à faculdade).

O tempo de dedicação ao curso, para 79%, não é integral, por trabalharem, mas para 21%, sim. Dos que trabalham, 32% exercem atividades que se relacionam direta ou indiretamente com o setor de comunicação. Já 65% dos alunos trabalham no comércio de Ubá e região, em média 8 horas ao dia. Dos que exercem atividade na área da comunicação, apenas 27% trabalham 4 horas diárias.

Perguntou-se ao aluno em que área do jornalismo ele se vê trabalhando daqui a quatro anos. Das respostas, 21% pretende trabalhar com jornalismo impresso, 28% com radio e telejornalismo, 9% com assessoria de comunicação e 42% não soube especificar.

"Há que se considerar que os entrevistados, por estarem matriculados nos períodos iniciais do curso, ainda não possuem exata noção do que essa graduação pode oferecer nem ao menos, uma visão mais ampla a respeito da área da comunicação. No entanto, esses dados poderão se mostrar eficazes quando comparados com os resultados de pesquisas futuras a serem realizadas ao longo da sua vida acadêmica", afirmou a coordenadora do curso, Taís Alves.

Com relação ao local de trabalho, 53% pretendem trabalhar na região, 31% não e 16% não definiram. "Este é outro dado importante, pois mais da metade (53%) dos alunos matriculados no curso de Comunicação Social noturno não pensam em atuar fora da região assim que se formarem. Fica caracterizada a necessidade de adequação do conteúdo das disciplinas à realidade do mercado local. No entanto, não se pode prescindir que existam 31% do alunado com interesse em construir carreira em outras regiões, inclusive, em cidades de médio e grande porte. Dessa forma, a chamada “regionalização” do curso de Jornalismo na FAGOC deverá acontecer de forma consciente, de modo que não concorra e, sim, venha somar aos conteúdos já privilegiados: os aspectos amplos da comunicação, sua história e teorias; o jornalismo e as áreas conexas como fortalecedoras de conteúdo e embasamento crítico; do estudo e da análise das técnicas do jornalismo diário e de grande circulação", completa Taís.



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 06h58
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Estudantes contam seus casos sobre as mentiras do 1° de abril

Colaboração dos estudantes do 2° e 3° períodos de Jornalismo, Bruno Rocha da Silva, Rafael Gomes Pereira e Rodrigo Leite Gomide.

Todo ano, sempre que chega o dia 1º de Abril, muitas pessoas começam com as gozações. Brincadeiras aqui, brincadeiras ali, a todo o momento alguém vai pregar ou ser pego em uma peça. E, em meio a todo esse alvoroço, pode surgir a pergunta, afinal de contas, de onde vem esse negócio de 1º de Abril ser o dia da mentira?

Existem muitas explicações. Uma delas diz que a história deste dia mentiroso terá tido início quando, na França, na seqüência da adoção do calendário gregoriano, em 1564, foi alterada, por decisão do Rei Carlos IX, a comemoração do Ano Novo, passando da anterior data de 1º de Abril (culminando uma semana de festa, que assinalava o início da Primavera) para 1º de Janeiro.

Claro que, inicialmente, alguns franceses ignoraram ou até contestaram essa alteração, continuando a comemorar a passagem do ano em 1º de Abril, o que levou a que outros começassem a oferecer-lhes, nessa data, presentes estranhos e a convidá-los para festas inexistentes; a partir daí, o dia passou a ser conhecido como Dia das Mentiras (em francês, Poisson d´avril.), tradição que se alastrou à Inglaterra cerca de 200 anos depois, e, mais tarde, um pouco por todo o mundo.

Enquete na FAGOC
Realizamos uma enquete entre os alunos para saber a opinião a respeito do 1º de Abril. A maioria dos entrevistados desconhece a origem do 1º de Abril, mas muitos já caíram em brincadeiras e até já fizeram algumas com seus amigos.

Matheus Marques, 1º período de Ciência da Computação, 18 anos, diz que nunca caiu na brincadeira do 1º de Abril. Para ele o dia é “um momento de sacanagem em que as pessoas tiram sarro umas das outras”. Perguntado se já havia pegado alguém em alguma brincadeira ele respondeu que sim, várias vezes. A última de que se lembra foi quando disse a um amigo que havia uma mulher querendo “ficar” com ele. O amigo ficou todo empolgado e quando descobriu que era brincadeira ficou muito irritado com ele.

Taise de Souza, 5º período de Administração, 21 anos, diz que já caiu em muitas brincadeiras do 1º de Abril, mas que não se lembra de nenhuma. Também já pregou suas peças e a de que se lembra foi quando contou às colegas de sala que estava grávida e depois disse que era brincadeira. No final do mês descobriu que estava realmente grávida.

Para Marcelo Bigonha, 1º período de Ciência da Computação, já chegou a cair em muitas brincadeiras do 1º de Abril, mas principalmente quando era criança, no colégio. Também já pregou muitas peças nos amigos, mas hoje já não gosta mais desse tipo de brincadeira.

Alex, 2º período de Administração, também já pegou seus amigos em alguma brincadeira do 1º de Abril, mas não se lembra de nenhuma em especial. Contudo, ele se recorda de um e-mail que recebeu nesse dia que conta uma piadinha sobre um garotinho que é cego e o pai promete que irá comprar um colírio para curar sua cegueira no dia 31 de maio à meia noite. No dia a família inteira se reúne, o pai pinga o colírio em seus olhos, depois de alguns segundos o garoto abre seus olhos e diz que ainda continua sem enxergar nada, nisso a família inteira grita 1o de Abril.

Leonardo, 1o período de Administração, se recorda de uma vez em que um Frei falou na rádio, no dia 1o de Abril, por dois anos consecutivos, que a prefeitura estava dando casas populares de graça, essa brincadeira deu uma confusão, várias pessoas foram para frente da prefeitura pedir as casas. Esse Frei foi convidado a sair de Ubá e um dos motivos foi esse.

Gabriel, 1º período de Ciência da Computação, disse que também já caiu nas brincadeiras do 1º de Abril várias vezes. E disse que houve uma em que ligaram para ele falando que ele havia ganhado um presente e quando foi buscar descobriu que era brincadeira. Ficou muito revoltado. No ano passado ele pregou uma peça nos amigos. Ligou para algumas pessoas dizendo que a Oi estava dando celular de graça. Que era só procurar o funcionário fulano na loja tal. Só que o funcionário era, na verdade, um amigo seu que ficou muito irritado quando descobriu que era ele que estava falando para as pessoas irem lá.

Já para Vitória, 3º período de Administração, houve uma vez em que caiu em uma brincadeira do 1º de Abril que a marcou. Uma amiga lhe disse que o seu ex-namorado iria casar. Ela chorou o dia inteiro. Depois a amiga ligou dizendo que era mentira. No 1º de Abril ela sempre prega peças em sua mãe, com coisas inocentes.

De uma maneira ou de outra, todo mundo acaba ou caindo em uma peça ou pregando alguma em alguém. E também existem aqueles que não gostam desse dia, que acham tudo isso uma grande besteira. Para aqueles que curtem o 1º de Abril, o importante é brincar de uma maneira saudável e divertida sem causar mal a ninguém.



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 22h36
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FAGOC tem comissão própria de avaliação institucional

A equipe da Comissão Própria de Avaliação (CPA) da FAGOC está promovendo uma campanha informativa sobre seu trabalho com o novo Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), criado pelo Ministério da Educação (MEC) através da Lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004.

O objetivo da CPA, como explica a professora Viviane Andrade, é avaliar de forma imparcial toda a FAGOC, com relação ao ensino, pesquisa, extensão, responsabilidade social, desempenho dos alunos, gestão da instituição, corpo docente, instalações e vários outros aspectos.

Criada em outubro de 2004, a CPA conta com a participação de 12 membros, que representam todas as dimensões acadêmicas, administrativas e comunitárias da FAGOC. O grupo se reúne toda sexta-feira para traçar os planos de ação.

Esta auto-avaliação é uma tarefa obrigatória das instituições de ensino superior (IES) a partir de agora. Com os resultados, será possível traçar um panorama da qualidade da educação oferecida. Os processos avaliativos são coordenados e supervisionados pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes), subordinada ao MEC.

De acordo com as informações constantes no site do SINAES na internet ( http://www.inep.gov.br/superior/sinaes), “as informações obtidas serão utilizadas pelas IES, para orientação da sua eficácia institucional e efetividade acadêmica e social; pelos órgãos governamentais para orientar políticas públicas e pelos estudantes, pais de alunos, instituições acadêmicas e público em geral, para orientar suas decisões quanto à realidade dos cursos e das instituições.”

No site do SINAES estão também os objetivos do sistema: “identificar mérito e valor das instituições, áreas, cursos e programas, nas dimensões de ensino, pesquisa, extensão, gestão e formação; melhorar a qualidade da educação superior, orientar a expansão da oferta; promover a responsabilidade social das IES, respeitando a identidade institucional e a autonomia.”

A equipe da CPA na FAGOC:

  • O diretor geral (Marcelo Oliveira Andrade),
  • Dois representantes do corpo discente (Rodrigo Leite Gomide e Erisson Matos Mendes),
  • Dois representantes da comunidade (Maria Luiza de Magalhães Brandão e Alexandre Magalhães Brandão),
  • Uma representante dos coordenadores de curso (Tais Alves de Souza),
  • Uma representante do corpo técnico-administrativo (Maria Célia Machado Felício),
  • Um representante da Coordenação de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação – CPEPG (José Geraldo Fernandes de Araújo),
  • Um representante dos professores assistentes e auxiliares (Paulo Roberto Veloso),
  • Uma representante dos professores titulares (Viviane Delfino Albuquerque Andrade),
  • Uma representante dos professores adjuntos (Cláudia Moraes Sarmento Conde),
  • Uma pedagoga (Adriana Silva Mello).



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 17h52
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Ex-alunas de Computação já são professoras da FAGOC

Duas novas professoras da FAGOC, Fernanda Aparecida Lachtim e Virgínia Cristian Ferreira, são egressas do próprio curso de Ciência da Computação em que estão dando aulas. Elas ministram as disciplinas Introdução à Computação e Algoritmos e Técnicas de Programação II.

Este fato é motivo de orgulho para o coordenador do curso, Luciano Eugênio de Castro Barbosa. “O fato de estarmos chamando ex-alunos significa que a gente confia na qualidade dos nossos serviços. Serve de modelo de motivação para nossos alunos”, afirma.

Outros egressos de Computação são citados por Luciano pela rápida inserção que estão tendo no mercado de trabalho e em pós-graduações, tendo em vista que se formaram em 2004 e 2005. É o caso de Daniel Costa Paiva, que está atualmente fazendo Mestrado em São Leopoldo, RS, em Computação Gráfica e é funcionário da HP. Outro ex-aluno que se destaca é Flávio Barbieri Gonzaga, que está fazendo Mestrado no Instituto Militar de Engenharia (IME) e é professor da Estácio de Sá, no Rio de Janeiro.



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 17h51
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Estudante de Jornalismo da FAGOC se prepara para disputar o concurso Miss Minas Gerais

 

A Miss Ubá, Renata Doriguetto da Silva, estará em Divinópolis, dia 19 de março, para disputar o concurso Miss Minas Gerais. Concorrendo com mais 27 mulheres de todo o estado, ela se prepara para se tornar a mulher mais bonita de Minas e concorrer em abril, ao Miss Brasil.

Escolhida pelo coordenador municipal Sebastião Gravina, pela miss Ubá 2004 Eleonara Carneiro e pelo médico Arthur Maranha, Renata disse que recebeu com surpresa o convite e não hesitou em aceitá-lo. “Fiquei muito feliz por esse reconhecimento e de poder representar a cidade num evento como este”.

Ela, que cursa Comunicação Social - Jornalismo, pela Faculdade Ubaense Ozanam Coelho, ressaltou a relevância do concurso em outras cidades do Estado. “Aqui em Ubá não há um reconhecimento grande, mas na capital e em Divinópolis somos tratadas como celebridades e às vezes damos até autógrafos”.

Confiante que conquistará o título de Miss Minas Gerais, Renata Doriguetto passou por duas seleções: a primeira em novembro de 2004, onde de 70 candidatas, foram escolhidas apenas 30, e em fevereiro deste ano, onde foi apresentada à sociedade de Divinópolis e aprovada pela comissão organizadora do Estado.

Já como Miss Ubá, ela cumpre uma agenda cheia, com visitas a patrocinadores, prefeituras e empresários que participam do evento, divulgando a nome da cidade pelo Estado de Minas Gerais.

A vencedora do Miss Minas Gerais 2005 será premiada com a inscrição no concurso Miss Brasil, no valor de R$ 35 mil. Receberá um guarda-roupa completo para sua participação no concurso Miss Brasil, composto por vestido de gala, traje típico, vestidos para coquetéis e jantares, acessórios para complemento dos trajes e sapatos. Passagem aérea para o local onde será realizado o certame nacional, além de vários prêmios oferecidos pelos patrocinadores.

Para participar do concurso, a candidata precisa ter idade entre 18 anos (completos até 01/02/2005) e 23 anos, ter no mínimo 1,68 m, ser cidadã mineira, nascida ou residente na cidade que representa há mais de um ano, comprovadamente. Além disso, deve ser solteira, jamais ter sido casada, ainda que num casamento presentemente anulado, e nunca ter tido filhos.

Nas regras do concurso estão ainda: nunca ter sido fotografada ou filmada totalmente despida ou em partes que se desnudem, ser de boa conduta e de reputação social ilibada e não ter participado de quaisquer eventos ou atividades que a tenha exposto a situações contrárias à moral e aos bons costumes.

Após ter sido eleita ou indicada, a candidata não pode participar de nenhum outro concurso estadual sem a prévia autorização da coordenação do Concurso Miss Estado de Minas Gerais. Deverá também gozar de perfeita saúde, ser simpática e cooperativa, ter postura, personalidade, charme e beleza de formas do rosto.

Quanto à escolaridade, deverá possuir o 2° grau completo, de preferência já estar cursando Universidade, e possuir satisfatório nível cultural para se sobressair em entrevistas e apresentações diversas.

Colaboração: Leonardo Mendes, estudante do 3º período de Jornalismo da FAGOC.



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 17h50
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