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Estudantes de Administração elegem melhor professor do curso Os estudantes do 7º período de Administração de Empresas da FAGOC elegeram Wilderson da Silva Cardoso o melhor professor do curso atualmente. A votação, que foi secreta, aconteceu no último dia 03 de março, dirigida pela equipe da Agência de Notícias. Para homenagear o vencedor da pesquisa, a Agência de Notícias divulga a seguir uma entrevista especial com o professor Wilderson, 38 anos, que é formado
AGÊNCIA: O Sr. trabalha na FAGOC há quanto tempo? PROF. WILDERSON: Há dois anos. O Roberto Barbieri me convidou e eu já trabalhava no Pitágoras com ele. AGÊNCIA: Quais disciplinas ministra? PROF: Aqui na FAGOC, Contabilidade e Administração de Materiais. AGÊNCIA: Para quais turmas? PROF: Para o 3º e 5º períodos. AGÊNCIA: O Sr. foi o professor mais votado pelos alunos do curso de Administração. Saberia dizer porque é o preferido dos alunos que estão se formando? PROF: Para mim foi surpresa ter sido eleito, pois nem dou mais aulas para eles. Eu acho que é em retribuição a esse respeito que temos e que ultrapassou o limite da sala de aula. AGÊNCIA: Como são suas aulas? PROF: Como já disse, procuro o respeito acima de tudo. Valorizo o investimento do aluno. AGÊNCIA: Tem uma didática diferente? PROF: Eu trago a realidade das empresas para a sala de aula. Quando relaciono teoria à prática a coisa fica mais evidente. É só a conciliação da vivência profissional com a disciplina. AGÊNCIA: Trabalha ou já trabalhou em outras faculdades? Onde? Desde quando? PROF: Sou contador e trabalho como consultor de empresas. Trabalho na Unipac há oito anos, dando aulas no curso de Ciências Contábeis e também dei aulas na Faminas no curso de Pós-Graduação. AGÊNCIA: Concluiu o mestrado quando? Onde? PROF: Concluí meu mestrado em dezembro do ano passado, na UNICOR (Universidade Vale do Rio Verde). AGÊNCIA: Qual foi seu tema na dissertação? Essa é sua área de pesquisa atualmente? PROF: Meu tema foi “Registros de Patentes” escolhi esse tema exatamente para mostrar a dificuldade existente no procedimento de registro entre o valor contábil e o valor de mercado; as diferenças existentes entre ambos. AGÊNCIA: Está atualmente desenvolvendo algum projeto de pesquisa ou de extensão na FAGOC? Se não, pretende desenvolver? Qual? PROF: No momento não. Mas temos idéias a médio prazo. AGÊNCIA: Publicou algum artigo científico recentemente? PROF: Publiquei no ano passado na Revista Científica da UNICOR, um artigo intitulado “A Valorização de Uma Marca”. AGÊNCIA: O que o Sr. costuma fazer nas horas de folga? PROF: Ler revistas técnicas específicas da minha área. Mas é claro que não dispenso assistir meus dois times preferidos jogarem (Cruzeiro e Flamengo) e um bom churrasco regado a umas cervejas bem geladas.
Sandra Marques, monitora da Agência de Notícias Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 17h21 [] [envie esta mensagem] Curiosidade O Dia Nacional do Bibliotecário passou a ser comemorado no dia 12 de março em homenagem ao engenheiro e bibliotecário por vocação Manuel Bastos Tigre. Ele nasceu em 12 de março de 1882 e, ao terminar o curso de engenharia, em 1906, conheceu Melvil Dewey, que instituiu o Sistema de Classificação Decimal. Ele largou a engenharia para trabalhar com biblioteconomia. Trabalhou na Biblioteca do Museu Nacional do Rio de Janeiro, depois na Biblioteca Nacional, em seguida assumiu a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil. Fonte: www.ufg.br/datas/362. Saiba mais sobre a profissão no site www.sobresites.com/biblioteconomia. Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 08h12 [] [envie esta mensagem] 12 de março: Dia do Bibliotecário ANF entrevista Rosângela Ruela Passos, bibliotecária da FAGOC
A biblioteca da FAGOC, que tem o nome do escritor ubaense Antonio Olinto, funciona de segunda a sexta, de 7h às 22h40, e aos sábados, de 13h às 17h. Atende a um público de aproximadamente mil pessoas, entre estudantes e professores da faculdade. A bibliotecária responsável é Izabella Capovilla. Além dela, está à frente das atividades Rosângela Ruela Passos, que se forma em biblioteconomia neste ano. Como no dia 12 de março é comemorado, no Brasil, o dia do bibliotecário, a equipe da Agência de Notícias (ANF) entrevistou Rosângela, para conhecer um pouco mais sobre sua futura profissão e suas realizações. Na entrevista, ela revela também alguns aspectos interessantes da rotina da biblioteca, como o fato de serem os alunos de Educação Física os que mais fazem empréstimos de livros na FAGOC.
AGÊNCIA: Desde quando está trabalhando na biblioteca da FAGOC? ROSÂNGELA: Desde o início da faculdade. Trabalhar na biblioteca da FAGOC foi uma opção, quando estava desempregada. Trabalho desde que ela era localizada em uma casa em frente ao primeiro endereço da faculdade, no colégio Pitágoras. (Depois disso a biblioteca foi para onde hoje é a sala multimeios.) Em 2003, participei de todo o processo de mudança para o atual local. AGÊNCIA: O que achou das mudanças? ROSÂNGELA: A biblioteca Antonio Olinto hoje está dentro dos padrões exigidos pelo MEC e possui um espaço físico e acervo muito bons. AGÊNCIA: Você está se formando ROSÂNGELA: A idéia de fazer o curso de Biblioteconomia veio da necessidade de aperfeiçoamento na área. AGÊNCIA: Quais os campos de atuação do bibliotecário? ROSÂNGELA: O bibliotecário pode trabalhar com arquivos, informações, catalogação de livros. Não precisa ser necessariamente dentro de uma biblioteca. AGÊNCIA: O bibliotecário lê muito? ROSÂNGELA: Não. Pelo menos eu não tenho muito tempo para ler. Lemos o necessário de um livro para catalogarmos. É somente um resumo muito superficial. AGÊNCIA: Na FAGOC, qual o curso que mais lê? ROSÂNGELA: Os alunos de Educação Física são os que mais pegam livros emprestados. AGÊNCIA: Como é sua rotina de trabalho? ROSÂNGELA: Pela manhã fico no atendimento aos alunos; à tarde trabalho internamente, na catalogação e cadastro do material; à noite estudo. (Atualmente, Rosângela conta com a colaboração das estagiárias Joelma Pereira de Oliveira Farias e Juliana Padilha, estudantes do curso de Administração e Computação da FAGOC, respectivamente). AGÊNCIA: Quem fica mais na biblioteca e fazendo o quê? ROSÂNGELA: Os alunos de Jornalismo; ficam mais acessando a internet. AGÊNCIA: Como está o mercado de trabalho na área? ROSÂNGELA: O governo exige que para cada biblioteca se tenha um bibliotecário. Sabemos que nem sempre é assim. Mas temos outras opções de trabalho, como já disse, em empresas, como arquivista, por exemplo. Em Ubá e região existem muitas escolas. Acho que serão suficientes para as duas turmas que formarão esse ano, tendo em vista que não existirá outras, pelo menos por enquanto. AGÊNCIA: Você é casada há quanto tempo? ROSÂNGELA: Sou casada há 22 anos, tenho dois filhos, de 19 e 18 anos. AGÊNCIA: Além da FAGOC, você desenvolve alguma outra atividade? ROSÂNGELA: Participo ativamente há cinco anos da equipe de casamentos da Igreja do Divino Espírito Santo em Ubá, como auxiliar nas cerimônias de leitura do culto. Já participei também do Movimento de Amizade Cristã (MAC) por quatro anos.
Repórter Sandra Marques, Monitora Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 08h10 [] [envie esta mensagem] Estudantes de Jornalismo visitam gráfica em Ubá
da esquerda para a direita, os estudantes Sêmia, Jadna, Mateus, Marina, Lilian, Gabriella e Fernando recebem as explicações de Wiliam Rosignoli.
Um grupo de sete estudantes do 5º período de Jornalismo da FAGOC visitaram na manhã do dia 11/03, a gráfica Impacto, de Ubá. O objetivo foi conhecer o sistema e os equipamentos utilizados para impressão de jornais, revistas e outros materiais informativos. “Os alunos, que estão, neste semestre, cursando a disciplina Edição e Planejamento Visual, puderam verificar o que há disponível localmente, para se prepararem para a produção do jornal-laboratório da faculdade”, explicou a professora Luciana Mendonça de Melo. Durante a visita, o diretor da gráfica, William Rosignoli, apresentou ao grupo o processo de impressão em offset. Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 08h00 [] [envie esta mensagem] Mercado de trabalho para a mulher é tema de enquete na FAGOC No dia 8 de março de 1857, 129 tecelãs de Nova York foram mortas carbonizadas dentro de uma fábrica onde trabalhavam, porque organizaram uma greve por melhores condições de trabalho e contra a jornada de 12 horas. Os patrões e a polícia trancaram as portas e atearam fogo, matando as operárias. O Dia Internacional da Mulher é, desde 1911, celebrado em 8 de março, com o objetivo de chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher na sociedade. Para comemorar a data universal, a equipe da Agência de Notícias da FAGOC saiu pelo campus para saber o que pensam algumas das estudantes da instituição sobre as questões feministas. As entrevistadas relataram suas expectativas para o mercado de trabalho depois de se formarem e se pensam que existirá alguma dificuldade de inserção profissional por serem mulheres. Confira alguns dos depoimentos: “Escolhi este curso porque busco uma coisa melhor no futuro. Minhas expectativas são as melhores possíveis. Quero crescer profissionalmente e hoje a mulher ainda sofre preconceito, mas não podemos nos deixar abater por isso, então eu digo: mulherada, sejam firmes”. Alessandra Corbeli, 18 anos, 1º período de Administração de Empresas. “Cursei a Faculdade de Turismo, mas não me identifiquei com o curso e não completei. Então decidi fazer Administração e tô me dando muito bem. Foi a escolha certa. Tenho as melhores expectativas e penso que depende da escolha do curso para se dar bem no mercado. Os direitos são iguais, o que influi é a competência profissional de cada um”. Jaqueline Moreira Pinto, 21 anos, 1º período de Administração de Empresas. “Me identifico e gosto muito do curso. Quanto ao mercado de trabalho, penso que todo mundo tem medo e fica preocupado com o depois de se formar. Será que serei bem sucedida? Esta é uma das muitas dúvidas que temos. Mas se nós corrermos atrás, perseguindo nossos ideais com toda a vontade e força, com certeza conseguiremos, independente de ser homem ou mulher. Foi a época que tinha essa diferença”. Talita de Carvalho Lopes, 20 anos, 2º período de Educação Física. “Eu já trabalho nessa área e senti necessidade de me aperfeiçoar no setor. E acredito que se eu buscar me aperfeiçoar mais e mais, fazendo curso extra-faculdade, com certeza minhas chances em obter sucesso serão aumentadas. Não acho que por ser mulher exista alguma dificuldade em se inserir no mercado de trabalho. A mulher tem a mesma capacidade se não até mais que o homem, fatos explícitos hoje em dia”. Maria Cristina Bressan Correia, 50 anos, 2º período de Administração da e Empresas. “Sempre tive voltada para o esporte. Gosto de dançar e acho que o curso combina comigo. Pretendo seguir na dança e abrir uma academia porque acho que o mercado está em expansão. Sem dúvida alguma hoje o mercado de trabalho para a mulher está muito melhor. É claro que dificuldade sempre encontraremos. Ainda rola o preconceito, por isso um recado importante: ‘mulherada vão bora’ que a gente tá chegando”. Ilana Costa de Oliveira, 20 anos, 1º período de Educação Física. “Me identifico muito com o curso que escolhi, porque sou muito falante. E esse semestre veio confirmar minha opção. Estou adorando tudo que estou estudando. Agora desanimo um pouco quando penso em depois que me formar. Embora não tenha intenção de ficar aqui na região porque o mercado é escasso e a demanda é grande, o futuro é muito incerto aqui. E nós mulheres temos que parar de pensar que só porque somos mulheres somos inferiores. Não existe isso. Somos competentes no que fazemos e muitas vezes mais que muitos homens. Porque mulher quando pega pra fazer, faz bem feito”. Araceli Teza, 22 anos, 3º período de Jornalismo. “Escolhi esse curso porque gosto muito de matemática e tecnologias. Espero as melhores coisas pra mim no futuro com programadora. Sabemos que não é fácil, o mercado de trabalho ainda não é igual para homens e mulheres. Ms eu confio no meu trabalho. E digo para todas as mulheres continuarem lutando sempre pelos seus direitos e conseguir os mesmos feitos masculinos”. Bruna Silveira Campos,17 anos , 1º período de Ciência da Computação. Repórter Sandra Marques, Monitora da Agência de Notícias da FAGOC. Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 23h21 [] [envie esta mensagem] Inscrições para pós-graduação em Educação Física terminam dia 18 de março Treinamento desportivo, educação física escolar e fisiologia do exercício/ginástica de academia são os três cursos oferecidos pela Faculdade Ubaense Ozanam Coelho para dar início à pós-graduação lato sensu em Educação Física. As inscrições para participar do processo seletivo das primeiras turmas estão abertas até o dia 18 de março. Serão aceitos no máximo 40 e no mínimo 30 alunos por curso. O público-alvo são pessoas já graduadas, portadoras de diplomas de curso superior e estudantes do último período de formação. A duração é de 360 horas-aula, divididas em dez disciplinas para treinamento desportivo e educação física escolar e 11 disciplinas para fisiologia do exercício/ginástica de academia. O início das aulas está previsto para março de 2005 e o término para julho de 2006. O projeto, coordenado pelo professor Pedro Alves Paiva, prevê encontros quinzenais às sextas (noite), sábados (manhã e tarde) e domingos (manhã). O sistema de avaliação final exigirá a apresentação de uma monografia de conclusão do curso. Os aprovados receberão o certificado de especialização conforme resolução 01/2001, de 03 de abril de 2001, do Conselho Nacional de Educação, subordinado ao Ministério da Educação (CNE/MEC). O valor das inscrições é R$50,00, sujeito a devolução caso o aluno não seja selecionado para o curso. Para os aprovados, a matrícula será de R$60,00 e as 16 mensalidades serão no valor de R$250,00. Ex-alunos da FAGOC estão isentos das taxas de inscrição e matrícula para este curso. Os interessados em mais informações devem ligar para o telefone (32)3531-2370, na FAGOC. Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 23h20 [] [envie esta mensagem] |