Fagoc abre as portas para os profissionais não diplomados
Em uma iniciativa inédita na região, a Fagoc (Faculdade Ubaense Governador Ozanam Coelho Realizado) abriu as suas portas para os profissionais de Comunicação Social que trabalham na imprensa de Ubá, mas que não possuem diploma do curso superior. Além destes, foram disponibilizadas vagas para os cursos Ciências da Computação e Administração. As provas de múltipla escolha (Literatura, Português, Matemática, Física... além de Redação) Já foram realizadas.
Apesar do número tímido de candidatos (10 inscritos), para a idealizadora do projeto e coordenadora de Jornalismo da Faculdade, Taís de Souza Alves, a iniciativa foi válida. “O tempo de divulgação foi curto, mas ficamos satisfeitos com a adesão da faculdade e dos alunos”, disse.
Taís enfatizou que a proposta visa capacitar estes profissionais. “A idéia é regularizar a situação deles, a fim de que tenham a oportunidade de abrir seus horizontes e se tornarem profissionais ainda mais completos. Ganha o trabalhador, que terá maior conhecimento e formação acadêmica e humana, e também o empregador, que sem dúvida terá alguém mais preparado para atuar em sua empresa”, comentou a coordenadora.
Para Marcos Vinícius de Oliveira Foureaux, há 12 anos trabalhando com Comunicação, o empreendimento da Fagoc foi um grande estímulo. “O momento está propício. O descontou oferecido me incentivou também a tentar o curso, que só irá acrescentar. A última vez que fiz vestibular foi há 21 anos. Passei e espero que desta vez também consiga”, disse, referindo-se ao desconto na mensalidade de 40% para o candidato que apresentar “comprovante de trabalho”.
Cássio Ferreira de Paula, que há cinco anos presta serviço no jornal “Gazeta RegJornal”, aproveitou a oportunidade. “O curso de Jornalismo vai complementar o que estou fazendo. Acho que vai ser ideal para mim”.
Com duração de quatro anos, as aulas serão ministradas no período noturno. “Essa mão-de-obra que estar no mercado precisa ser capacitada, para que as classes possam se organizar cada vez mais e trabalharem com maior interatividade nas funções do dia-dia. A iniciativa é justamente para tentar reativar essa mão-de-obra e torná-la mais qualificada”, destacou Taís Alves.
ubamais.com.br
Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 00h51
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Evolução tecnológica reduz agressividade no tratamento do câncer de colo do útero
Desde junho de 2001, mulheres de Ubá e região estão sendo submetidas a tratamento mais humano do câncer de colo do útero. A novidade implantada pelo administrador do Núcleo Regional de Voluntários de Combate ao Câncer, Otton Peluso, permite que mulheres portadoras de câncer de colo do útero se submetam à cirurgia sem que seja necessária internação, retirada do útero por completo ou ainda que haja corte no abdomém. Esta nova tecnologia permite que através de um pequeno tubo com uma micro-câmera, o médico detecte o tumor e retire o colo sem sofrimento para a paciente. A CAF (Cirurgia de Alta Freqüência), é o que existe de mais moderno no tratamento deste tipo de câncer. No Núcleo Regional de Voluntários de Combate ao Câncer, mulheres oriundas de classe social de baixa renda, recebem tratamento mais humanizado e moderno, inteiramente gratuito. O sucesso nas cirurgias tem sido tão grande que o presidente da entidade acaba de adquirir mais uma máquina para poder ampliar o número de atendimentos-mês que atualmente é de 12 cirurgias. Dois médicos na entidade realizam em média, três cirurgias por semana. Com a nova aquisição este número deverá dobrar. Uma das pacientes que se submeteu à intervenção cirúrgica, explicou que após 20 minutos, levantou-se da sala de repouso e foi para casa, sozinha. Disse ainda que não sente absolutamente nada durante a cirurgia e que é como se nunca tivesse se submetido à intervenção alguma. "Na hora em que o médico me disse que eu teria que ser operada fiquei muito nervosa e com medo, mas depois fiquei surpresa, pois não pai-ceia que eu tinha me submetido a uma intervenção cirúrgica. Não teve corte, dor, ou pontos externos. Foi tudo uma maravilha. Estou ótima e a recuperação foi excelente." A paciente não apresentava tumor maligno, apenas um problema que poderia evoluir e se tornar um, por isto o médico optou pela intervenção. Mesmo assim, a jovem continua recebendo apoio psicológico da profissional da área, no Núcleo. Ela diz que foi muito bem recebida na entidade e que todos lhe dão muita atenção até hoje. seis meses após a cirurgia. O médico Dr. Rômulo Mondes D'Ávila, explicou que este método foi introduzido há muito pouco tempo no mercado, mas já é um sucesso por ter se mostrado uma intervenção cirúrgica de grande eficiência. Tem uma série de utilizações dentro da medicina, podendo ser usado tanto na ginecologia quanto na dermatologia. No Núcleo do Câncer em Ubá o principal objetivo deste processo é curar as lesões displásicas do colo uterino, evitando assim a utilização da cirurgia tradicional que é muito agressiva. Infecções crônicas do colo uterino que só são resolvidas com cauterizações, também podem ser tratadas deste modo. O médico afirma que o sucesso da Cirurgia de Alta Freqüência é enorme "_São resultados maravilhosos. A paciente que faz a cirurgia normalmente sai andando normalmente poucos minutos após ter sido atendida. O resultado é muito bom." O Dr. Rômulo informa que as vantagens são grandes, pois se trata de cirurgia pouco agressiva, e onde mais de 9000 das pacientes se curam após a mesma. As complicações são pequeninas comparadas à cirurgia tradicional, com a vantagem de que a mulher não perde o útero na intervenção. Ha casos em que se verifica que o tumor é invasivo. Nestes casos não há outra alternativa a não ser a retirada do útero por completo, pois se observa um estágio mais avançado da doença. A Cirurgia de Alta Freqüência não é apenas curativa mas também preventiva. Segundo o médico, a mulher que se submete a esta intervenção após três meses, apresenta o útero completamente curado e em tão bom estado que parece útero de mulher que nunca teve filho. "O poder de cicatrização e regeneração é grande. mas vale a pena reforçar que melhor ainda do que ter que se submeter a qualquer cirurgia e se prevenir indo ao médico periodicamente para evitar surpresas desagradáveis."
| Núcleo Regional de Voluntários de Combate ao Câncer |
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Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 19h38
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CÂNCER NO COLO UTERINO
O câncer de colo uterino é a segunda neoplasia mais comum em mulheres em todo o mundo, corresponde anualmente a 15% de todos os casos de tumores femininos. No Brasil, estima-se que o câncer do colo do útero seja o terceiro mais comum na população feminina, sendo superado pelo câncer de pele não melanoma e pelo de mama. Este tipo de câncer representa 10% de todos os tumores malignos em mulheres e trata-se de uma doença que pode ser prevenida. Vários são os fatores de risco identificados para o câncer do colo do útero, fatores sociais, ambientais e os hábitos de vida, tais como: baixas condições sócio-econômicas, atividade sexual antes dos 18 anos de idade, múltiplos parceiros sexuais, vício de fumar (diretamente relacionado à quantidade de cigarros fumados), parcos hábitos de higiene e o uso prolongado de contraceptivos orais são os principais. Estudos recentes mostram ainda que o vírus do papiloma humano (HPV) e o Herpesvírus Tipo II (HSV) desempenham um importante papel no desenvolvimento da displasia das células cervicais e na sua transformação em células cancerosas. O vírus do papiloma humano (HPV) está presente em 95% dos casos de câncer do colo do útero. A grande arma no combate ao câncer de colo uterino continua sendo a correta orientação por parte dos serviços de saúde sobre a importância de exames preventivos anuais, como o Papanicolaou, já que estudos comprovam que a sua realização periódica reduz em 70% a mortalidade por este câncer na população de risco.
Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 15h02
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FAGOC faz convênio com curso de idiomas
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A Faculdade Ubaense Governador Ozanam Coelho iniciou o período letivo de 2005 com uma grande oportunidade para os alunos que desejam aprender outros idiomas. Trata-se de uma parceria entre o Centro de Idiomas Main Escola de Línguas e a FAGOC. A iniciativa visa possibilitar aos estudantes o estudo de inglês, espanhol e italiano.
Os cursos têm duração de 40 e 30 meses, com ênfase à conversação. As aulas serão ministradas na FAGOC. As inscrições e mais informações podem ser adquiridas na secretaria financeira da faculdade.
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Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 13h01
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CAMPUS lotado no primeiro dia de aula
O início do período letivo da Faculdade Ubaense Ozanam Coelho aconteceu na última segunda-feira, dia 14 de fevereiro. Centenas de calouros e veteranos lotaram o pátio do campus logo no primeiro dia.
Várias novidades estão sendo implantadas para este semestre, dentre elas a criação de novas salas, melhoria dos equipamentos dos cursos e criação do Núcleo de Pesquisa da FAGOC e o convênio com uma escola de idiomas.E segundo a direção da Faculdade, vem muito mais por aí.
Agência de Notícias da FAGOC
Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 13h00
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