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Professor da Fagoc é o novo presidente do Comitê Mineiro de Ginástica de Trampolim

No dia 14 de outubro, em Juiz de Fora, durante o Campeonato Mineiro de Ginástica de Trampolim, o professor Flávio Pulice foi escolhido presidente do Comitê Técnico de Trampolim, da Federação Mineira de Ginástica - FMG. Flávio já foi atleta, árbitro, treinador e presidente da extinta FIT (Federação Mineira de Trampolim).

Na Fagoc, dois alunos seguem os passos do professor: Nilson de Paula Barbosa e Carlos Alaênio Rocha, ambos no 4º período de Educação Física, eles participaram como árbitros da competição em Juiz de Fora. Quando atletas, nas categorias de base, os dois foram treinados por Flávio Pulice, representaram o Brasil em vários lugares como Austrália, Canadá, Itália, África do Sul, Alemanha e Portugal.

Hoje Nilson e Carlos são árbitros, das federações mineira e internacional, respectivamente.
Por causa da experiência adquirida em dois campeonatos mundiais, um em Odense, na Dinamarca e Hannover, na Alemanha, Carlos foi o árbitro chefe da competição dessa última competição estadual e vai participar da seleção para o Pan do Rio, no ano que vem. Antes disso, no final desse ano, ele vai realizar mais um sonho: “Vou levar em dezembro, alguns alunos para participar da Semana da Ginástica Mineira, em Betim”. Começa assim sua carreira de treinador.
Quem também quer entrar para essa modalidade é Janaína Athouguia, também do 4° período de Educação física: “Eu acho meio complicado. É difícil, mas não é impossível”. A aluna foi a Juiz de Fora, assistiu a competição e gostou do que viu: “Sempre achei legal, mas é mais empolgante quando se vivencia. Só falando não dá pra visualizar os movimentos”.

O novo presidente do Comitê Técnico de Trampolim, da FMG, Flávio Pulice, concorda “É fundamental vivenciar na prática o que se aprende na teoria”.

Matheus Fernandes Teixeira
Monitor ANF
anf@fagoc.br



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 09h13
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II Encontro Regional de Gestão Empresarial

SUCESSO!!

Foi assim que organizadores, parceiros, empresários e estudantes definiram o II Encontro Regional de Gestão Empresarial, que é a semana acadêmica do curso de administração de Empresas.

O evento, realizado no Tabajara Esporte Clube, contou com cerca de 1800 participantes ao longo de seus três dias de duração.

Para o coordenador geral do Encontro Regional, Prof. Paulo Veloso, “o evento fez sucesso em função das parcerias. Nesta edição, Intersind, Fiemg e Sebrae estiveram ao lado da Fagoc na realização do evento".

As fotos podem ser vistas no site da Agência de Notícias da FAGOC (http://www.fagoc.br/anf)

Fonte: Site da ANF

anf@fagoc.br



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 09h08
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Educação Fisica - Definidos os estagiários do projeto “Esporte e Lazer na Cidade

 lista dos aprovados no projeto - uma parceria entre a FAGOC, o Ministério dos Esportes e o Patronato São José - saiu no último dia 06 de outubro e dará chance a 16 alunos de Educação Física de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos na sala de aula.

Os alunos receberão uma bolsa de R$ 300,00, mais os certificados de horas complementares, uma das exigências para a conclusão do curso.

O projeto levará aos bairros Pires da Luz, São Domingos, São João e Vila Casal uma oportunidade de Lazer na prática da Educação Física.

Os estudantes são do 2° e 4° períodos. Confira a lista dos aprovados:

Talita de Carvalho Lopes
Regiani M.F. Gonçalves
Nancy Rocha Parma
Maria Eunice de Paiva Freitas
Carlos Alaênio Rocha
Eduardo Vieira dos Santos
Igor Queiroz da Silva
Rafhael Luís V. Rosa
Wesley José Cocati
Carlos Henrique de Paula
Alline Gonçalves Barbosa Félix
Scheila Cristina de Souza
Weverton Luiz Marques
Hebert Simões de Souza
Leonardo Cintra Reis
Regiane Calais Cintra de Souza



Albert Souza - 6º Período - Monitor ANF
anf@fagoc.br


Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 09h01
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Jornalistas famosos: reconhecidos sim, mas são celebridades?

Enquanto boa parcela da profissão se dedica a cobrir celebridades e alimentar o ciclo que gera fama e reconhecimento, alguns profissionais se encontram na outra ponta da corrente e não podem sair de casa sem serem reconhecidos.

Tarefa praticamente impossível para qualquer um que não trabalha na televisão, um pequeno grupo de jornalistas é alvo de assédio por parte da população e até mesmo distribui autógrafos vez ou outra. Mas são eles celebridades?

“Famoso, querido, é o Chico Buarque, todo mundo gostaria que ele fosse jantar em sua casa. O Cid Moreira talvez seja mais conhecido, mas não é tão querido”, diz Juca Kfouri, que garante que não é e nem nunca quis ser celebridade. “Se houvesse uma lei no Brasil que obrigasse os caixas a trabalhar com a cara no vídeo, eles também seriam reconhecidos na rua. É o meu caso, eu sou reconhecido permanentemente porque trabalhei no vídeo”, disse.

Outro que garante não ser uma celebridade é Mauricio Kubrusly. “De jeito nenhum. Quem é famoso é artista de novela, esses não podem andar na rua (...), jornalistas não chegam a isso, não”. Após seu trabalho no quadro Me Leva Brasil, do Fantástico, da Rede Globo, Kubrusly reconhece que o número de pessoas que o abordam na rua aumentou muito, principalmente entre a população mais carente. “O cara vem lá do interior do Piauí para morar em São Paulo e para as pessoas da metrópole a cidade dele não existe, é só um nome. Aí chega um dia e aparece a tal cidade na TV e ele se reconhece ali (...). Essas pessoas falam muito comigo, um pouco agradecidas, um pouco comentando e sugerindo”, garante o repórter.

A apresentadora da Record Maria Cândida também é recorrentemente reconhecida nas ruas. A jornalista teve sua gravidez televisionada passo-a-passo e, após o nascimento de Lara, começou a ser abordada com perguntas sobre a menina. “A partir do momento que você apresenta um programa em rede nacional, por dez anos na televisão, as pessoas acompanham sua vida. Você se torna parte da vida delas. É esse tipo de famosa que eu me considero”, afirmou Maria Cândida.

O contato é humano

Mauricio Kubrusly tem opinião semelhante sobre o contato entre telespectadores e jornalistas. “Você está num bar, tomando um café, e chega alguém já te cumprimentando, conversando contigo como se tivesse falado com você ontem. É muito comum também uma pessoa na rua dizer 'Ô Mauricio, tudo bom?' e pronto, nada mais”, aponta Kubrusly. Ele afirma que esse tipo de contato é uma fonte riquíssima de informações para seu trabalho e garante que sempre estará disposto a conversar com seu público, seja onde for.

Porém muitas vezes esse público passa dos limites do bom senso. Juca Kfouri aponta que com uma certa freqüência recebe tapinhas no ombro de uma forma invasiva, normalmente seguidos de colocações como “Pô corinthiano, não gostei do que você falou...”. Sylvio Luiz, locutor esportivo, diz que o pior caso é o de pessoas alcoolizadas que o abordam ou quando alguém pede para ele narrar novamente determinado gol de seu time, sendo que muitas vezes a mesma pessoa realiza as duas formas de invasão.

Enquanto cobria a festa de São João da cidade de Campina Grande, um fotógrafo de rua abordou Kubrusly e pediu a ele que posasse ao lado de algumas pessoas. Ele aceitou e, ao longo do dia, o fotógrafo se reaproximou diversas vezes, sempre com o mesmo pedido. O solícito Kubrusly aceitou todas as vezes, até o momento em que um casal o abordou, pedindo que não cobrasse pelas fotos porque eles não possuíam dinheiro.

O repórter replicou que não poderia fazer isso, que aquele era o ganha pão do fotógrafo. O casal, então, disse que pedia o abatimento da taxa de R$ 1,00, atribuída a Kubrusly pelo fotógrafo. O repórter, que nunca havia pedido dinheiro algum, encontrou o fotógrafo e foi tirar satisfações. Pediu que o homem encontrasse o casal que havia pedido desconto e posou para uma foto com eles, sem taxas adicionais.

Fonte: Portal Comunique-se



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 08h57
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Fagoc e Intersind: a parceria que deu certo

 

As organizações empresariais têm adotado diversas orientações para competir no mercado. Não basta apenas que as empresas tenham força de venda. Os clientes tendem a escolher o que entendem ser mais adequado e a oferta é grande. Neste momento, as empresas que desejam ser competitivas e querem sobreviver no mercado, estão se adaptando por meio de orientações baseadas na identificação das dificuldades dos concorrentes, nas necessidades dos clientes e na produção e venda de produtos que os satisfaçam. É pensando nisso que a Fagoc firmou desde 2004 uma parceria com o Intersind, Sindicato das Indústrias de Marcenaria, com o objetivo de promover o desenvolvimento de Ubá e região. A iniciativa tem ajudado a fortalecer o crescimento da comunidade e das indústrias associadas. A Fagoc é uma das 25 instituições que trabalham juntamente com o Intersind, participando ativamente desta parceria com a Empresa Júnior do curso de Administração de Empresas, a Consultex. Elapresta assessoria às empresas, aplicando pesquisas no mercado para saber qual a atual realidade das mesmas.

O resultado das pesquisas serve como base nas decisões feitas pelo Intersind e seus parceiros durante as reuniões mensais em que os representantes discutem os projetos em andamento ou os que ainda estão para serem executados.

Para o coordenador do curso de Administração da Fagoc, Paulo Veloso, o reconhecimento da faculdade no meio empresarial é muito importante, pois gera benefícios a toda sociedade, qualificando profissionais e, conseqüentemente, melhorando a qualidade de vida das pessoas. Rogério Gazolla, presidente do Intersind, diz que as vantagens não param por aí: “além de ser uma ótima oportunidade de desenvolvimento para o setor moveleiro, a parceria também oferece um aprimoramento profissional muito grande para o aluno, que tem a oportunidade de direcionar ações e estratégias antes conhecidas apenas na teoria”.

Até junho deste ano, a parceria rendeu seis ações que trouxeram satisfação a todos os envolvidos. A última parceria que beneficiou diretamente os alunos da Fagoc e pessoas interessadas foi o Ciclo de Palestras realizado na última edição da Femur, feira de móveis tradicionalmente promovida pelo Intersind. A espera agora é por parcerias com os cursos de Jornalismo e Educação Física, mas, segundo o presidente do Intersind, é necessário maior participação dos alunos: “seria muito bom se estudantes de Jornalismo e Educação Física participassem com a gente, adequando seus conhecimentos às empresas. Isso traria benefícios para todos”.

Por Nathalia Bernardino - monitora da ANF



Escrito por GABRIELLA.bibita.JORNALISTA às 13h29
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